Plataformas para SOAr 2

Continuando o papo de SOA, minha primeira manifestação aqui no blog sobre o assunto foi uma discussão filosófica que se resume da seguinte forma:
Daí, descrevi minha percepção sobre a
visão
moderna do assunto, que definiria SOA, em primeiro lugar, como um
ESTILO de arquitetura que busca primordialmente maior LUCRATIVIDADE
para o negócio do cliente através da
preocupação constante com o ROI, fazendo o
REAPROVEITAMENTO máximo dos ATIVOS existentes de forma
ÁGIL, não necessariamente visando a rapidez, mas
a
EFETIVIDADE dos resultados.
Então, na prática ocorre o seguinte:
Empresas privadas e órgãos públicos
possuem hoje
um grande parque de legados de software que se constituem em ativos
imateriais nos quais muito investimento já foi realizado e
cujo
redesenvolvimento poderia não ser a estratégia
mais
inteligente em termos de ROI.

Em se tratando de um conjunto estático e estável
de
sistemas legados, o reaproveitamento
de
seus
serviços em novas soluções
é facilmente
resolvido com algum esforço pontual de desenvolvimento para
externalização de funcionalidades
através de
alguma interface compreensível por todos os interessados.
Contudo, considerando que, neste conjunto, novos elementos podem
surgir dinamicamente, decorrentes de parcerias entre
Órgãos,
disponibilização pública de sistemas
na Internet
ou aquisição de produtos tecnologicamente
heterogêneos, a implementação manual de
cada necessidade
de integração pode não ser a
decisão
mais efetiva,
e daí surge a
questão: como garantir o mínimo de
dinâmica na
integração de legados para potencializar meus lucros?

Simplificadamente, eu vejo duas formas básicas de integração de serviços.
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Ou a integração se dá ponto-a-ponto, ou numa topologia de estrela.
A integração ponto-a-ponto interliga dois serviços de forma direta, através de tecnologias bastante conhecidas pela comunidade desenvolvedora. Neste modelo, cada serviço acopla-se diretamente a outro, sem possibilidade de muita dinâmica na colaboração.
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Já na integração estrela, os serviços não interagem entre si de forma direta, mas de forma desacoplada, através de algum elemento intermediário que intercepta todas as mensagens e as reencaminha a seus destinatários. Este man-in-the-middle já recebeu vários nomes ao longo da história, mas chega atualmente sendo chamado de Barramento Corporativo de Serviços (ou Barramento de Serviços Corporativos, sei lá) ou, da sigla em inglês, ESB.
Há uma baita discussão sobre ESB. Há os que o defende como produtos e os que garantem se tratar não mais que um modelo arquitetural. Independente do mérito, é ao seu redor que orbitam todas as grandes plataformas SOA de mercado.
Em síntese, num ESB, vários serviços se conectam ao barramento e, quando da necessidade de comunicação de um serviço S1 qualquer com outro S5, por exemplo, ocorrem os seguintes passos:
- S1 produz a mensagem a ser enviada a S5
- S1 posta a mensagem no barramento (por enquanto, não se preocupe em como isso é feito)
- O barramento (ESB) transmite a mensagem ao serviço de destino S5
- S5 lê e processa a mensagem recebida
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No mundo JBoss, esta estrutura é implementada no projeto JBoss ESB.


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Outro complicador da vida real é que nem sempre o destino da
mensagem é previamente conhecido por seu emissor, ficando
esta decisão por conta do próprio barramento.

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Transformação e roteamento
dinâmico de mensagem são apenas 2
exemplos de funcionalidades normalmente disponíveis nos
principais ESBs de mercado. Outros problemas comuns da
integração de serviços são
também resolvidos nesses produtos. E, sendo a tecnologia
Java uma das principais protagonistas deste mundo de
integração de serviços corporativos,
há sempre as alternativas programática
e declarativa
para uso dos serviços nativos dos middlewares
ESB.

Mais recentemente, elevando este discurso ‘declarativista’ ao limite, criaram a possibilidade de se implementar até as regras de negócio dos sistemas em XML, e é esta tecnologia que tem sido utilizada dentro das plataformas ESB para a configuração de regras de roteamento e transformação de mensagens, por exemplo.

Isso quer dizer o seguinte: ao se adotar um ESB para
integração de serviços corporativos,
usa-se algum mecanismos baseado em linguagem de alto nível
(XML ou outra qualquer) para se descrever como deverá ser o
tratamento das mensagens que circularem dentro do barramento. A este
mecanismo, deu-se o nome de ‘Engine de Regras’.

Para efeitos didáticos, eu descrevo um Engine de Regras com
o auxílio de 2 dos 3 poderes da República. Num
extremo, está o Poder Legislativo, resposável
pela criação, edição e
publicação das lei que regirão todo o
sistema. No outro extremo, o Judiciário,
responsável por analisar e julgar fatos ocorridos na
sociedade sob a luz da legislação vigente.
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Assim, de alguma forma, configuramos declarativamente no ESB, por
exemplo, as regras de roteamento de mensagem. Então, como o
ESB possui internamente um Engine de Regras ativo, quando da chegada de
uma mensagem no barramento (fato esperado pelo Engine), a mensagem
é submetida às regras previamente definidas e,
com base no processamento realizado pelo Engine de Regras, um ou outro
encaminhamento será dado ao seu percurso.
Na comunidade JBoss, esta funcionalidade é provida pelo
projeto Drools
ou, comercialmente falando, JBoss Rules, que se integra ao JBoss ESB.


A medida que a integração entre
serviços se torna prática estabelecida (e
amadurecida), é natural que as estruturas de relacionamento
entre sistemas fiquem cada vez mais complexas, envolvendo cada vez mais
serviços (e até pessoas), em cenários
cada vez mais heterogêneos. Uma mensagem que nos primeiros
projetos de ‘SOA’ era simplesmente produzida por um serviço
X e consumida por outro Y, com necessidades exporádicas de
conversão e/ou roteamento, é, em arquiteturas
mais avançadas e complexas, consumida e transformada por
vários atores, que a processam em fluxos
específicos e, por que não, dinâmicos.


Por isso, desde os primeiros passos da integração de sistemas, é importante a consolidação de processos que organizem os fluxos de trabalho e a execução de serviços compostos.



Nesta altura do campeonato, o importante de ser compreendido é o seguinte: “plataformas SOA”, em sua definição tradicional, tem muita a ver com a visão de SOA 1.0 descrita no post anterior. É preciso muita cautela ao examiná-las. Qualquer ímpeto, por menor que seja, de interepretação dessas plataformas como as balas de prata para a integração de serviços é um grande erro. Lembrem-se dos valores defendidos na visão de SOA 2.0. SOA não tem a ver com tecnologia, mas com a adoção de práticas. Logo, só se justifica a adoção de uma ou outra plataforma se os serviços por ela prestados corroborarem com os novos valores defendidos.
Ainda neste raciocínio, lembre-se de que você não precisa de um ESB, ou qualquer outro produto desses, pra começar a implantar SOA. Muito mais que uma mudança tecnológica, estamos falando de uma mudança comportamental. Então, se seu objetivo é reaproveitar um sistema qualquer para otimização do ROI de sua empresa, faça-o da forma mais efetiva. Dê o tiro certo. Se o tiro certo for através da adoção de uma plataforma SOA, ótimo. Senão ótimo também. Se, para o primeiro passo, apenas o Engine de Processos for necessário, ótimo. Se apenas o ESB for relevante, ótimo também. Não adeque sua necessidade à tecnologia. Adeque a tecnologia às suas necessidades. SEMPRE!
[]s
É difícil SOAr em Brasília 3

SOA 1.0
Embebido de trememendo ceticismo, não sou a melhor pessoa a discorrer sobre a adoção de SOA no mercado brasiliense mas, coom dizem por aí, se não tem tu, vai tu mermo. Sendo claro, nunca acreditei integralmente nesse hype. Sempre achei de se tratar não mais que estratégia comercial para movimentação da indústria de TI. Entretanto, de uns tempos pra cá, talvez em meio a um novo cenário 2.0 que se desenha, algumas mudanças têm ocorrido e, ainda que timidamente, começado a me agradar.Minha primera razão para tamanha indiferença é que, em primeiríssimo lugar, porque todo esse papo começou com a febre dos WebServices, lá no início deste século e, desde então, tem sofrido de constantes ajustes para manutenção da máquina econômica. Lembro de ter escrito artigos sobre o assunto nas JavaMagazine #1 e #3, em 2002. Naquela época, o discurso era mais ou menos o seguinte.
No fundo, o que todos querem é que um serviço
computacional numa máquina X seja capaz de se comunicar com
outro serviço numa máquina Y. É o
discurso básico da computação
distribuída. E, combinado com outro discurso
básico, da Engenharia de Software, que prega a busca divina
pelo baixo acomplamento e a alta coesão, desenvolveu-se
outro discurso básico, dos modelos orientados a
componentes que, pra piorar a história, cultivaram uma
abstração utópica, mas super
vendável de que, num futuro não muito distante, a
construção de software seria como a montagem de
um escultura Lego, apenas através do encaixe de
peças.

Ah, e mais! Diziam também que teríamos lojas
especializadas em componentes das quais poderíamos adquirir
componentes de negócio prontos para serem utilizados,
out-of-the-box, em nossas aplicações.
Aí, pra dar ainda mais charme ao discurso,
apareciam os fabricantes de ferramentas dizendo tudo isso seria
integrado numa IDE que possibilitaria drag and drop
desses componentes e que qualquer pessoa não
técnica seria capaz de criar suas próprias
aplicações. Isso, claro, sem mencionar o
propósito lunático de
disponibilização de um reponsitório
intergalático de componentes, que poderiam ser localizados
como que numa lista telefônica e dinamicamente incorporados
em sua solução. Fui eu que sonhei com isso ou
mais alguém foi seduzido pelo canto da sereia? Esse papo furado
existiu no CORBA, repetiu-se nos EJBs e foi reciclado com os WebServices.
Provavelmente há alguém, neste momento,
preparando alguma roupagem inédita.

Aproveitando a nova onda, vieram todos os grandes fabricantes de TI, com produto$, soluçõe$ e prome$$a$, geralmente recheadas de termos, tecnologias e complexidades acessíveis apenas aos moradores do Olimpo. Não bastasse o oportunismo, aproveitaram o hype do momento e aplicaram-no num limite tendendo ao infinito, institucionalizando o maior de todos os Elefantes Brancos computacionais, IMHO, o termo SOA (Service Oriented Architecture). Não é à toa que muita gente, até hoje, defende a tecnologia de WebServices como o pilar fundamental das Arquiteturas Orientadas a Serviços.
| SOA = | lim
aplicarWebService(w) w → ∞ |
Mas vários gestores deixaram-se seduzir e abraçaram a causa em seus projetos. E, como em todo lugar e com toda tecnologia, alguns avançaram e outros (maioria) fracassaram, assim como na genesis dos EJBs. No geral, vejo os primeiros projetos de SOA tendo sido desenvolvidos no melhor estilo Torre de Babel…

… ou seria um castelo de cartas?

Aparentemente, quanto mais projetos se fazia, mais projetos falhavam e
o coeficiente de sucesso da tecnologia não escalava, o que
colocava em cheque todo o investimento até então
realizado pelos grandes vendors.
Mas aí o leitor
pode estar se perguntando: e hoje? continua assim? aceitar SOA em minha
corporação continua sendo um presente de grego?
Bem, não sei dizer ao certo. Por isso, passo a
questão aos universitários (John Cupri), e
é a partir daí que eu acho que começa
a revolução do pensamento em torno do tema.

Guerrilha SOA
Antes de tratar desta frente cheguevariana do SOA, vamos resumir alguns pontos:![]() |
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Um artigo muito esclarecedor de Setembro de 2008 diz, com suas próprias palavras, claro, que SOA é a arte se transformar artefatos digitais intangíveis em ativos de valor contábil, o que faz muito sentido. Ora, é normal que todo grande órgão público inventarie todo o seu patrimônio. Mas, ecnonomicamente falando, o investimento de muitos órgão públicos em patrimônio material (os que são inventariados) é irrisório frente aos investimentos realizados em software que, pela natureza intangível, costumam não ser inventariados e não constar em seus balanços como ativos contábeis.

Deste raciocínio, deriva-se a idéia do reaproveitamento máximo dos ativos existentes, ou melhor, da busca do maior retorno possível do investimento outrora realizado. Um sofá (ativo tangível) só é trocado após não ser mais possível sua reforma (ao menos é assim na minha terra de gente humilde). Então, por que também não utilizar o mesmo raciocínio com software? Se software é, em alguns casos, o maior ativo do órgão, por que descartá-lo com tanta facilidade e frequência apenas pelo capricho da moda tecnológica? Por que não usá-lo e abusá-lo até a última gota?

Jim Webber, consultor da ThoughtWorks, mesma empresa de Martin Fowler (que dispensa apresentações), defende uma perspectiva bastante new-school sobre a adoção de SOA, batizada por ele de ”Guerrilha SOA”.
Em resumo, Webber diz que a adoção de SOA deve ser um processo primeiramente filosófico, incremental, baseado em prioridades (ROI) e em muito muito muito feedback a cada passo dado. Reparem a semelhança de seu discurso com o discurso da maioria dos pensamentos new-school, como o próprio pensamento ágil.

E, para ratificar mais ainda esta tendência 2.0, Steve Jones defende em seu livro ”Enterprise SOA Adoption Strategies” que as grandes mudanças num processo de adoção de SOA não são técnicas, mas na forma de se pensar software.

SOA 2.0
Então, nesta visão contemporânea, SOA é, em primeiríssimo lugar, um ESTILO de se fazer software com o intuito de incremento de LUCROS pelo foco constante no ROI. Para isso, o REAPROVEITAMENTO dos ATIVOS existentes deve ser sempre realizado o quão antes possível, com AGILIDADE, não necessariamente visando a rapidez, mas a EFETIVIDADE dos resultados.Assim sendo, importa-se do mundo ágil todas práticas e valores lá defendidos. Indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas; Baby-steps; Feedback; Refactoring pela simplicidade; etc
Particularmente, em muito me cativou esta proposta. Principalmente, depois que ouvi um cara da RedHat/JBoss (eu só convivo com esses caras) dizendo pra um cliente do Governo Federal que SOA não dizia respeito à ferramenta, mas a cultura de trabalho, e que ele não precisaria adquirir nenhum produto, mas apenas instrospectar os valores descritos na cruzada “Guerrilha SOA” de Jim Webber.
Em síntese, implantar SOA, em primeira instância, está relacionado ao incremento do ROI. Então, um simples ato de integração de sistemas (independente do mecanismo utilizado - CSV, TXT, FTP, SGBD, SMTP, WebServices, REST etc) para o reaproveitamento de serviços em prol da economia de recursos já é, por si só, uma ação rumo às Arquiteturas Orientadas a Serviços. Pra isso, não é preciso homens de preto e nem gigantescas soluções proprietárias. Então, nesta nova perspectiva, uma simples troca de arquivo entre aplicações é um passo dentro do mundo SOA.
Aliás, importante destacar que SOA não é um processo cujo sucesso da implantação é mensurado em termos de indicadores objetivos. Ao menos na minha cabeça, não existe a definição de “você é SOA” e “você não é SOA”. Assim como Agile, SOA não é o destino, mas o caminho. Não se chega à SOA. Anda-se sobre os trilhos de SOA. Então, quando lhe disserem que para se tornar um órgão SOA é preciso fazer A, B e C e comprar X, Y e Z, duvide. Eu entendo SOA como um conjunto de práticas e princípios que te guiam rumo aos valores (ROI….) já aqui definidos. Podem até haver níveis de maturidade distintos de adoção de SOA, mas dizer que eu sou SOA e você não, IMHO, é papo de vendedor mal-intencionado.
Acho que o artigo Six stages to SOA evolution in the enterprise, apesar de não ser explícito quanto aos valores do seu discurso SOA, nos dá uma noção clara do raciocínio geral de um processo de adoção dessas práticas, apesar de uma leve tendência comercial que deve observada de forma crítica durante a leitura.
1. First, business process owners demand improved processes.
2. The organization then must look at how the IT assets support the execution of those business processes.
3. Once done, IT must be scrutinized for bottlenecks and other issues, like determining which services should be used.
4. The organization identifies where and how SOA services can best be deployed.
5. When multiple services have been deployed, the organization must manage this using an enterprise service bus, thereby reaping agility.
6. Look at composing processes, composite applications and automating business processes.
SOA is Dead
No início deste ano, Anne Thomas profetizou o óbito de SOA em virtude da crise econômica mundial. Por suas próprias palavras, ”SOA was supposed to reduce costs and increase agility (…) SOA has failed to deliver its promised benefits (…) SOA fatigue has turned into SOA disillusionment (…) ‘SOA’ has become a bad word. It must be removed from our vocabulary.”. Entretanto, ela complementa dizendo que ”Although the word ‘SOA’ is dead, the requirement for service-oriented architecture is stronger than ever.”
Percebam a antipatia pelo termo SOA, e não necessariamente às idéias relacionadas. Isso é algo muito comum entre os céticos no assunto. Todo carnaval comercial em torno de qualquer tecnologia desperda sentimentos de crítica extrema. Logo, o mal visto não são as Arquiteturas Orientadas a Serviço, mas a forma com que os grandes players tentaram empurrá-las mercado a dentro.
Mais a frente, Anne continua com um grito de esperança: ”Successful SOA (i.e., application re-architecture) requires disruption to the status quo. (…) And it requires a massive shift in the way IT operates. The small select group of organizations that has seen spectacular gains from SOA did so by treating it as an agent of transformation. (…) SOA needs to be part of something bigger. If it isn’t, then you need to ask yourself why you’ve been doing it. (…) The latest shiny new technology will not make things better. (…) If you want spectacular gains, then you need to make a spectacular commitment to change.”
Ou seja, não é a adoção de uma tecnologia ou produto que fará a diferença positiva ao seu negócio, mas sim a disposição a assumir mudanças, principalmente, culturais. E, se o discurso de SOA não estiver debaixo de uma iniciativa mais ampla de transformação corporativa, não espere muito sucesso.
E vivam as mudanças (pra melhor)!
Slides
Seguem os slides usados no workshop. Este post reflete apenas sua
primeira parte. Acho que nesta semana ainda escrevo a segunda, falando
agora de ferramentas que compõe as chamadas “plataformas
SOA”.
SOA na InfoQ 4
De Votuporanga, zarpamos para São Paulo (com breve escala em São José do Rio Preto), onde participaríamos, em 01/11/2008, do InfoQ Launch Meeting, apresentando as tendências de conteúdo para a queue de SOA do portal.
De quebra, até participei de um painel de discussão sobre plataformas distribuídas, no qual não defendi nem o Java, nem o .NET e nem o Rails. Muito pelo contrário!
Alguns amigos já andaram falando por aí sobre o evento. Confiram nos blogs de Edgar Silva e do Victor Hugo (quem mais?), no Twitter e na mensagem do Manoel Pimentel.
E fique ligado no infoq.com/br que em breve os vídeos das palestras começarão a ser disponibilizados.
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