Pensamento 2.0 goes mainstream 6

Posted by Alê! Tue, 20 Jul 2010 12:53:00 GMT

<!DOCTYPE html PUBLIC “-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN”> Pensamento 2.0 goes Mainstream Cedo ou tarde isso ia acontecer. Em janeiro de 2009, escrevemos o Manifesto 2.0, uma grande reflexão sobre a falência do pensamento industral na era do conhecimento. Tradicionalistas criticaram-nos. Disseram ser nada além que o esboço de uma utopia. Um ano e meio depois, a mesma constatação vira matéria de capa em uma das principais publicações nacionais sobre business. Estará uma nova escola de pensamento (2.0)  finalmente prevalecendo no debate dos “entendidos”? Será que a ficha caiu?



Em nosso post original, comparamos modelos seculares de trabalho com novas propostas de relacionamento, produção e gestão. Ecoando nosso discurso, vários outros autores corroboraram com a discussão com pontos de vistas complementares. Desde então, fizemos inúmeras apresentações sobre o assunto (video, slides) e muita saliva foi gasta em ótimas rodadas de bate-papo. A última, a propósito, foi no evento AgileBrazil, já relatado em vários posts pela Internet.



     

Na matéria da Revista ÉpocaNegócios, de título ”Você já era!”, assinada por Alexandre Teixeira, desenvolve-se um raciocínio muito semelhante ao nosso, inclusive com uma tabela comparativa nos mesmos moldes à original do Manifesto 2.0. Transcrevo abaixo alguns trechos, para inspiração. Que tal dar uma ao seu chefe?


Em grande parte, sua empresa está sendo administrada, neste exato momento, por um pequeno grupo de teóricos e profissionais que já morreram há muito tempo e criaram as regras e convenções da gestão ‘moderna’ nos primeiros anos do século 20

Sacudidas de um torpor de décadas para um recessão global, muitas companhias se deram conta de que, em um período crítico de suas histórias, estão sendo comandadas por líderes do século passado.

(…) o executivo do século 21 é um generalista.

O profissional tem de se colocar de maneira proativa. Estar disposto a um movimento lateral.

Adquirir competências fora da sala de aula é um caminho incontornável para os candidatos a líderes da era pós-autoritária.


Obrigado ÉpocaNegócios por endossar nossa bandeira 2.0.

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  1. Avatar
    tarsis azevedo 22 minutes later:

    O mais interessante, é que a “academia” nao enxergou isso ainda, e nos cursos de eng de produção, administração e TI sao ensinados pensamentos de 1900!

    Triste, mas é a realidade…

  2. Avatar
    Everton Lucas about 1 hour later:

    Fico feliz pelo fato de um novo mundo estar nascendo. Tenho lido a respeito do pensamento 2.0, e penso que esse é o novo caminho. Fico mais feliz por nós, da TI, sermos um grupo pioneiro nesse pensamento.

  3. Avatar
    Marcelo Valença about 1 hour later:

    Eh… parece que as coisas estão finalmente mudando… Muito bom!!!

  4. Avatar
    Norberto Oliveira about 5 hours later:

    Estamos entrando na era da Inovação. O pessoal do manifesto ágil está fazendo barulho. Muito bom !!

    Queria que essa cultura atingisse os políticos também, que só inovam, e são criativos nos meios de roubar.

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    bruno taboada 2 days later:

    se puder corrigir a palavra industral para industrial.

    Abraços.

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    Marcelo 22 days later:

    Desnecessário dizer que é importante estar antenado às mudanças que acontecem, mas às vezes me parece que as pessoas tentam se beneficiar de uma retórica de “inventamos a roda” quando, obviamente, a roda já foi inventada há um bom tempo.

    Por exemplo, “adquirir competências fora da sala de aula” é algo que sempre foi necessário; não é nenhuma inovação 2.0. Mesma coisa sobre a atenção à demanda - vcs acreditam mesmo que a economia do século XX, ou qualquer economia, sobrevive um segundo sequer ignorando a demanda? A não ser que estejam falando da fermentação artificial de demanda via publicidade, mas isso é diferente de uma suposta “economia centrada na oferta”, que é uma ilusão.

    Ou seja, as mudanças alteram muito menos do que parece, a velha guarda fica bem menos obsoleta do que parece, e a nova, bem menos indispensável do que gostaria de parecer. Mas estratégia de sobrevivência é estratégia de sobrevivência, né não?

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