Manifesto 2.0 35

Posted by Alê! Mon, 12 Jan 2009 11:36:00 GMT

 

Li certa feita em algum canto que esse papo de virada de ano nada mais é que invenção humana para se dar novas chances de recomeçar. Astronomia a parte, até que faz sentido. Então, em meio a votos de sucesso e promessas de vida mais saudável, trago a minha mensagem de feliz ano novo.

Acho que este ano será o ano da consolidação de um fenômeno que temos observado nos últimos tempos, mais intensamente, em 2008. É a chegada de uma nova escola de pensamento, já referenciada aqui no blog como a new-school. Mais recentemente, aqui na SEA, começamos a chamá-la de TI 2.0. Tudo porque estávamos buscando ações para nos tornarmos uma Empresa 2.0.

Vemos então dois momentos históricos bem distintos, dois modelos de pensamento bem claros ou, como temos dito, duas escolas bem definidas. E o melhor (ou pior) é que não se trata de um evento exclusivo da TI. Pelo visto, é algo de dimensões ainda não muito definidas pra nós, também presente em outras áreas do conhecimento. Especulamos que chamarão isso no futuro de algum nome. Talvez pós-moderninade, realismo-moderno, whatever. Não vale a pena tentar definir um nome pra isso agora. Melhor observar, aprender e ter a sobriedade para colher seus melhores frutos.

Como toda época de transição entre estilos de pensamento, haverá muitos conflitos. E pode aténem haver a predominância desta nova filosofia. Pode ser que ela se torne um modelo marginal, alternativo ao mainstream do sistema. Pode ser.Como pode ser também que toda esta reflexão seja uma grande e inócua divagação.

Enfim, esta é a minha impressão, compartilhada por alguns outros da SEA. Estejam de acordo ou não. Discutamos a respeito. De fato, o atual modelo sócio-político-econômico não tem se demonstrado tão sustentável e talvez seja mesmo a hora de acreditar em algo novo. Sem esperança, não temos nada. Absolutamente, nada.

Em especial, toda esta nova escola de pensamento tem estado muito presente na TI. Por isso temos chamado este novo momento da computação de o momento 2.0, ou a TI 2.0, ou o pensamento 2.0. Dizemos 2.0 apenas para contrapor com um modelo passado, sobre o qual construímos nossas carreiras e sob o qual escondem-se diversas de nossas frustrações profissionais.

Deixa eu tentar ser mais claro sobre o que vem a ser a TI 2.0, IMHO. E, por favor, contribuam para a expansão desta lista.

 

TI 1.0

 

TI 2.0

   
Fábrica de Software

Uma das raízes de diversos problemas atuais da TI foi tê-la equiparado ao modelo de produção em série de Ford. Daí surgiu o termo fábrica de software e inúmeros processos de desenvolvimento baseados na dinâmica de artefatos de entrada auto-contidos que devem ser processados por um perfil de alta especialização e transformados em artefatos de saída que servirão de entrada para outra etapa do fluxo. 
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Ateliê de Software 

Na nova escola de pensamento, a produção de software não é comparada à produção de um carro, mas à construção de uma escultura. Por isso, é preferível falar de Ateliê de Software em lugar às tradicionais Fábricas. Nenhum software é idêntico a outro e, por isso, não faz sentido sua produção em linhas de montagem. Destarte, software feito a mão, artesanalmente e sob medida, deveria ser mais bem vistos que aqueles construídos por fábricas, genéricos, em linhas de montagem seguindo processos inflexíveis.
   
Recursos Humanos

Na visão tradicionalista, profissionais são vistos como máquinas, com comportamentos determinísticos, produtividade contínua e de fácil substituição.
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Pessoas

A nova visão, felizmente, já compreendeu que profissionais não são máquinas, mas pessoas que sofrem de alegria, tristeza, motivação, depressão, cansaço, empatia e vários outros aspectos que influenciam em seu trabalho.  Por isso, é tão complexo extrair métricas precisas de sua produtividade. Afinal, cada dia é um dia, cada projeto é um projeto e cada equipe é uma equipe. Na mesma linha, a substituição de profissionais também não é matemática. A sinergia entre os membros de uma equipe são fatores ímpares para sua motivação e produtividade. Trocar seis por meia dúzia pode por toda a dinâmica do grupo abaixo.
   
Produtividade

Por ver pessoas como recursos humanos, busca-se acima de qualquer coisa o aumento de produtividade individual. Email? Fora. Orkut? Fora. MSN/ICQ/AIM/GTalk? Fora. Almoço de 2hs? Desnecessário.  Não raramente, vemos números absurdos sendo usados para tal medição, como número de linhas de código/classes/métodos/casos de uso.
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Sustentabilidade

Entendeu-se aqui que o grande desafio da boa dinâmica de produção é a montagem e manutenção de uma equipe em constante alto astral. Alternativas imperativas para forçar a produtividade imediata, apesar de eficientes em curtíssimo prazo, não se sustentam e ocasionam a rotatividade constante dos envolvidos e a difícil consolidação de uma cultura e harmonia corporativa.
   
Ociosidade

Sob a mesma luz do item anterior, patrões 1.0 entendem toda ação do profissional fora da atividade prevista como ociosidade ou fuga da responsabilidade.
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Ócio Criativo

Empresários 2.0 compreenderam que, por não se tratar de linhas de montagem, mas produção artesanal, por não se tratar com máquinas, mas seres humanos e por não se tratar de um processo repetitivo, mas de atividades criativas, momentos lúdicos e sociais são absolutamente necessários para a manutenção de um ambiente fértil para a cultura de valores que sustentem o alto astral, a alta criatividade e produtividade das equipes.
   
Especialistas

Na visão da fábrica, cada indivíduo deve possuir responsabilidades muito específicas cuja complexidade é de seu total domínio. São os chamados especialistas. Nesta filosofia, atribuições de atividades incompatíveis à especialização do profissional, ainda que para o bem comum, não são admissíveis. Por isso, é necessário envolver vários perfis para a realização de qualquer iniciativa.
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Especialistas Generalistas

No novo mundo, profissionais alienados e indispostos a atividades extras às suas rotinas de especialidade não são bem vindos. Empresas neste modelo não estão mais atrás de analistas de requisitos, projetistas de software ou programadores Java. Parece que o senso comum da nova escola tem sido em favor de profissionais multi-disciplinares, antenados a tudo o que ocorre, e dispostos a se aprofundarem em assuntos específicos quando necessário.
   
Exclusividade

Como consequência da alta especialização, profissionais 1.0 são radicais quanto ao uso de uma única tecnologia e por ela estabelecem profunda relação de afeto.
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Diversidade

Aqui, vale o princípio da melhor solução. Geralmente, aquela solução que produzirá o melhor retorno do investimento aplicado. Por isso que empresas 2.0, ao contratarem, buscam profissionais com um bom repertório tecnológico sob a manga, e não xiitas apaixonados.
   
Mudanças são do mal

Nesta cultura, mudanças são sinais de retrabalho e retrabalho é sinal de dinheiro perdido. Por isso, grande esforço é despendido nas fases iniciais dos projetos a fim de se antecipar ao máximo qualquer decisão crítica capaz de gerar a necessidade de alteração nos planos originais.
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Mudanças são do bem

Defende-se que nada é mais certo no desenvolvimento de um software que sua mudança. Logo, o verdadeiro desperdício de energia está na tentativa de evitá-las. A nova escola incentiva mudanças para adequação constante dos trabalhos à necessidade do cliente e propõe ferramentas para encorajamento e sua realização sem riscos. 
   
Treine-me

A escola tradicional é baseada no treinamento de funcionários antes da execução de qualquer trabalho. Mais uma cultura vinda do modelo fabril. Não é a toa que a quantidade de treinamentos oferecidos pela empresa tornou-se métrica de cadidatos para avaliação de seus empregadores.
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Motive-me

Na nova escola, muito mais importante que o treinamento de funcionários é a criação deum ambiente fértil de aprendizado construtivista, espontâneo e permanente. Dessa forma, naturalmente distinguem-se aqueles interessados no crescimento pessoal e coletivo daqueles que apenas pegam carona e se esquivam de responsabilidades sob o mote da falta de capacitação.
   
Título

Não é por acaso que o indivíduo 1.0 é tão fascinado em treinamentos. Afinal, os títulos obtidos de processos de capacitação formal são a moeda do mercado para qualificação da riqueza técnica de seus profissionais. O maior legado desta cultura é a indústria da certificação.
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Mérito

Mais importante que o resultado de uma prova é o mérito social que o profissional construiu ao longo de sua carreira técnica. Bons profissionais naturalmente são respeitados em sua comunidade de atuação e não há livros, macetes ou dinheiro que compre este critério. É fruto de trabalho duro e desenvolvimento não apenas de habilidades técnicas, mas também de soft skills, absurdamente importantes pro mercado de trabalho mas timidamente tratada na escola tradicional de formação profissional. O @BrunoPedroso conta uma história interessante sobre a medida de riqueza dos povos africanos antigos. A riqueza do indivíduo naquela cultura não era medida pelo dinheiro possuído, mas pelo número de seguidores que naturalmente acumulava ao longo da vida. A comundiade de software livre sabe muito bem disso.
   
Processo

Na cultura 1.0, a qualidade do processo de produção é argumento exclusivo para avaliação da qualidade dos trabalhos prestados. Deste pensamento surgem os modelos de qualidade de processo, como ISO, CMMi, MPS.br.
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Produto

Na cultura 2.0, acredita-se que um bom processo não necessariamente produz um bom resultado. Por isso, o principal critério de avaliação de sucesso é o produto final do trabalho, e não o processo em si.
   
Processo Cartesiano

Sob a luz do item anterior, busca-se a maior repetitividade possível entre execuções de um processo. Por isso, os processos são extremamente bem definidos e teoricamente determinísticos.
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Processo Orgânico

Na nova era, entende-se o processo de trabalho como um aprendizado contínuo de toda a equipe. Assim, prima-se pela experimentação e adequação constantes com base na percepção do time sobre sua eficiência.
   
Planejamento

Nos processos tradicionais, planejamentos são essenciais. Além de se definir o destino a ser alcançado, estabelece-se a rota a ser traçada até aquele destino, e o bom o mau andamento do projeto é medido com base na obediência ou não do plano traçado originalmente.
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Planejar

A nova escola, por outro lado, acredita que o ato de planejar em si é muito mais importante que um bom plano. Dessa forma, a meta futura também é bem definida, mas o caminho a ser percorrido não. E, em se valorizando a avaliação constante do fluxo dos trabalhos, adequa-se a rota a todo momento, conforme características da equipe, do cliente e do projeto naquele instante.
   
Cascata

A Engenharia de Software 1.0, por sofrer de todo o legado fabril, não consegue se desvincular do estilo cascata. Cascatão ou cascatinha, mas
sempre cascata.
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Agile

A Engenharia de Software 2.0, muito maior que os modismos do XP e Scrum, acredita nos valores do Manifesto Ágil, nos modelos Lean e orgânicos.
   
Gauss

"A média pensa em Gauss."
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Pareto

"Inovadores pensam em Pareto."
   
Gerente

O gerente tradicional, é o chefe da indústria que a tudo vê, a tudo comanda e a tudo controla.
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Líder

Em times 2.0, não existem chefes. Existem líderes cuja principal atribuição é servir a seus liderados.
   
Poder

O gerente 1.0 assim o é ou por título ou por tempo de casa. Grandes engenheiros e programadores de software tornam-se gerentes pela falta de possibilidade de crescimento em sua carreira original. Como dito por aí, geralmente perde-se um grande técnico e ganha-se um péssimo gerente. De qualquer forma, ao tornar-se gerente, o indivíduo torna-se também um grande apreciador do poder que lhe é conferido pela função. Com este poder, ele ameaça, amedronta e consegue tudo o que deseja para satisfação da alta chefia, independente da sustentabilidade. Não gostou? Fired!
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Autoridade

O líder da era 2.0 não precisa gritar e ordenar. Sua liderança foi conquistada por mérito e não título. Este mérito é orgânico e nascido de sua própria comunidade de convívio. Assim, suas orientações não são seguidas pela força do poder, mas pelo respeito que ele naturalmente conquistou entre os seus. Neste modelo, líderes não são outorgados, mas nascem espontaneamente.
   
Centralização

Gerentes gostam da centralização de todas as decisões e não admitem o compartilhamento de soluções com seus subordinados. 
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Colaboração

Líderes sempre ouvem seu time, principalmente quando a equipe for a mais impactada pela decisão em pauta.
   
Complexidade

A cultura aqui relembra os tempos Barrocos, amante da rebuscação e da  supervalorização da emoção sobre a racionalidade. Mais importante que a obra em si é o orgulho por ela gerado. A maior autoridade deste mundo são os arquitetos de software. Seres divinos capazes de projetar modelos genéricos e flexíveis o bastante para contemplar o céu e a terra.
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Simplicidade

Talvez, pode-se comparar o momento 2.0 com o Realismo. O foco aqui é o objeto em criação. Pra isso, abdica-se do sentimentalismo e busca-se a maior racionalidade possível, a fim de não se permitir que impulsos de ego atrapalhem a razão do trabalho em si, a satisfação do cliente.
   
Foco no eu

O profissional 1.0 é, por essência, orgulhoso. É prática comum entre indivíduos desta comunidade a discussão calorosa de padrões e ferramentas aplicados na solução. Em geral, antes de satisfazerem seus clientes, buscam a satisfação própria.
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Foco no cliente

O profissional 2.0 tende a ser prático, e não mais que isso. Para ele, a obra é mais importante que seu processo de construção. Por isso, busca-se ao máximo a tomada de decisões automática. Seu prazer não é a discussão do belo, mas a criação de mais e mais inovações criativas e lucrativas para o mundo.
   
Configuração

Como a arquitetura da obra é mais importante que a própria obra, seu desenho deve refletir a identidade de seu criador. Para isso, é preciso que as ferramentas utilizadas possibilitem os mais altos níveis de customização possíveis. Como resultado, não há limite para a criação de camadas, voltas e outros detalhes.
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Convenção

Por estar o foco no resultado final, o máximo de decisões intermediárias são evitadas através do estabelecimento de convenções. Assim, garante-se a padronização da grande maioria das soluções e agiliza-se a disponibilização do produto final.
   
Palestra

Até a forma de se apresentar conteúdo da escola 1.0 parece obsoleta. Tradicionalmente, usa-se 1 apresentador ativo e onisciente e N espectadores passivos e ignorantes. 
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Discussão

Na escola 2.0, busca muito mais a discussão NxN que a apresentação unilateral 1xN. Prova disso são alguns modelos emergentes (talvez nem tanto assim) de organização de eventos e reuniões, como The World Cafe, Open Space, Unconference e Birds of a Feather.
   
PowerPoint Style

Mesmo a forma do conteúdo apresentado tem mudado. A velha cultura estabeleceu estruturas hierárquicas para a apresentações de toda sorte. Basta olhar os modelos de slides disponíveis no PowerPoint, todos baseados em tópicos.
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Presentation Zen Style

Uma outra forma, muito mais simpática e efetiva, de se apresentar conteúdo tem sido aquela defendida pela filosofia Presentation Zen. Nos últimos eventos que fui, me pareceu bem clara a relação entre o estilo dos slides com a escola de pensamento do apresentador.

Não considerem este texto como a sistematização de um novo termo. Trata-se apenas da compilação de uma série de impressões que estávamos tendo e que a todo tempo fazíamos referência.  Tentem depois traçar paralelos deste modelo 2.0 com outras áreas do conhecimento. Esse papo de sustentabilidade, simplicidade praticidade, organicidade também está presente na administração, economia, publicidade e mesmo política (num nível beeeem amplo. Não me refiro ao Congresso Nacional). Pensem a respeito e discutam sobre para qual lado sua empresa está
tendendo.

[]s

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  1. Avatar
    Marcelo eduardo 1 day later:

    Alê, muito bom seu post :) e fico ainda mais feliz de saber que estou numa empresa que tem esse perfil a alguns anos :)

    A parte do “Atelier” eu concordo 125% :)

    Aquele abraço de Recife!

    Marcelo

  2. Avatar
    Rafael Torres 1 day later:

    Muito bom!

    Quando sai o livro??? :-)

    abraço

  3. Avatar
    Alexandre Gomes 2 days later:

    @handfulofnothing Lucky man!

    @tuelho On the way.

  4. Avatar
    Nepomuceno 14 days later:

    Alexandre,

    é interessante notar que a tecnologia induz uma mudança de cultura.

    Concordo inteiramente que estamos em um ponto de mudança, como em vários outros momentos da sociedade.

    abraços

    Nepomuceno.

  5. Avatar
    Carlos Romel 22 days later:

    Olá.

    Fico feliz em saber que mais e mais pessoas começam a questionar e trabalhar para mudar, buscando novas inspirações nos grandes dias em que lidar com informática era uma atividade criativa e divertida.

  6. Avatar
    João Paulo Novais 22 days later:

    Parabéns pelo post!

    Concordo que vivemos este momento de transição, por isso, entendo de devemos nos valer de nossa experiência e conhecimento e praticar o que acreditamos.

    Não nos deixemos rotular por “meros subversivos”!

  7. Avatar
    Daniel Serodio about 1 month later:

    Oi Alexandre! Assisti uma apresentação sua no evento de lançamento do InfoQ.br e gostei muito, e acabo de descobrir seu blog.

    Genial seu post, vou recomendar para várias pessoas.

  8. Avatar
    Alê! about 1 month later:

    ôooo Daniel, muito obrigado! Apareça sempre. Espie a vontade ;-)

  9. Avatar
    Unamed 2 months later:

    Ninguem vai criticar o que ele escreveu ? Olhem o modismo!!

  10. Avatar
    Pablo Barboza 3 months later:

    Eu já to recomendando aos meus amigos! São coisas que eu já to batendo na mesma tecla com a galera a um tempinho (Inclusive a parte do PowerPoint!)

    Abraços

    Pablo Barboza - UESC

  11. Avatar
    Serge Rehem 3 months later:

    Fala Alê!

    Rapaz, apenas hoje tive acesso a esse seu belíssimo post, cujas idéias tive o prazer de ouvir diretamente naquele nosso papo em Guarajuba.

    O legal é que venho pensando e escrevendo um pouco sobre esse “Pensamento 2.0” em Bazedral (bazedral.blogspot.com). Aqui encontrei muita inspiração para um próximo post…. Cê tá de parabéns!!!

    Já estou até enxergando em breve um evento focado em TI (ou Comportamento, ou Gestão, ou Liderança, ou Atitude, ou Filosofia, ou *) 2.0!!

  12. Avatar
    Alê! 3 months later:
  13. Avatar
    Willi 3 months later:

    Tem esse aqui também… http://tinyurl.com/6x2b2w SEA’s Way of Life

  14. Avatar
    Hélio 4 months later:

    Alexandre, acabei de sair da palestra que você acabou de passar na minha faculdade, com uma visão totalmente diferente do que eu tinha. Onde até então ficava pensando que as novas empresas intituladas como “anarquicas” são assim e tem excelente desempenho por pura sorte, no tapa. Com a sua visão deste post, deixa ainda mais claro que se trata de uma fase de transição que iremos ter tão breve, assim como você comparou com a história da literatura brasileira.

    Parabéns pelo post. Fantástico

  15. Avatar
    Andréa 5 months later:

    Formidável!

  16. Avatar
    Fred 5 months later:

    Alexandre, acabei de descobrir seu blog. Muito bom, você está de parabêns…

  17. Avatar
    rbonifacio123@gmail.com 6 months later:

    Opa Alê, achei interessante o post. Mas talvez fosse interessante diferenciar um pouco o domínio de aplicação no que se refere a não natureza de linha de produto para o desenvolvimento de software.

    Alguns players importantes de software usam abordagens de linhas de produto (ou outras técnicas generativas) para customizar programas de uma mesma família. O nicho pode ser um pouco diferente do que a Seatecnologia atua. Apesar de não estar muito certo quanto a isso, pois o domínio de jogos, por exemplo, reporta bons resultados com a adoção de uma abordagem baseada em linha de produtos.

    Claro que não faz muito sentido propor uma família de programas (ou uma linha de produtos) para domínios diferentes. Talvez esse seja o contexto da Sea, que (ainda bem) deve possuir clientes em diferentes domínios.

  18. Avatar
    Rodrigo Maia 6 months later:

    Achei muito interessante o post, acredito que T.I. 2.0 é o futuro, mas gosto de lembrar que T.I. 2.0 exige Profissiol 2.0, coisa rara ainda hoje.

  19. Avatar
    Elidiane Martins 7 months later:

    Vi sua palestra, em Fortaleza, neste ultimo sabado(08/08). Parabens!!! Adorei o tema!!!

    Abracos

  20. Avatar
    Victor Hugo Germano 7 months later:

    Assino em baixo…

  21. Avatar
    http://twitter.com/lucianopalma 8 months later:

    EXCELENTE post. Pode contar mais um no bloco dos que estão fazendo de tudo para mostrar o quanto é válido este inevitável “upgrade” (tarefa nada fácil em grandes corporações…)

  22. Avatar
    Marlon Luz 9 months later:

    fala Ale, bacana o post! legal mesmo…

  23. Avatar
    Eduardo Lundgren 9 months later:

    Muito bom o post Ale. Parabens.

  24. Avatar
    Alexandre Gomes 9 months later:

    Só pra lembrar, os slides do Manfiesto 2.0 estão em http://www.slideshare.net/seatecnologia/manifesto-20

  25. Avatar
    Ismael Stahelin 9 months later:

    Alegomes,

    Como diria um amigo: Du-ca-ra-lho! Cara muito bom mesmo o post, simplesmente resume toda a invovação em pensamento que anda solta por aí. Estive no Agiles2009 mas acabei não assistindo a sua apresentação, sorte minha que este post estava aqui. Parabéns e sucesso! PS: recomendo a leitura 1x por semana para fixar bem ;-)

  26. Avatar
    Flávio Alves 9 months later:

    Muito bom. Valeu pelo post.

  27. Avatar
    Ricardo 9 months later:

    Excepcional. Definiu textualmente varias coisas que já pensava a esse respeito e ainda acrescentou outras. Parabéns!

  28. Avatar
    Fred 9 months later:

    Alê, tá de parabéns. Muito bom esse post tem tudo a ver mesmo. Recentemente aqui em BSB teve o evento ECODevelopers, e teve até palestra de uma ambientalista, hehe, mas foi legal e a idéia está bem alinhada com todo esse assunto de sustentabilidade, Tecnologia Verde, etc etc etc. Infelizmente na empresa que estou atualmente não tenho percebido muito esse pensamento 2.0.

  29. Avatar
    Alexandre Gomes 10 months later:

    Só pra deixar registrado, o vídeo de uma palestra sobre o Manifesto 2.0, feito no LinguÁgil, está disponível em http://vimeo.com/7696734

  30. Avatar
    Alexandre Gomes 10 months later:

    Vejam a filmagem feita no LinguÁgil em http://vimeo.com/7696734

  31. Avatar
    Jonas Beto Rompkovski about 1 year later:

    Oi Ale, já faz tempo que li esse seu artigo e sempre comento com os colegas. Hoje escrevi algo que relaciona este artigo e outros e é ótimo para apresentar aos chefes. Conferi lá… http://blogdojonas.com.br/blog/?p=987

  32. Avatar
    Rafael Ramos about 1 year later:

    Perfeito, perfeito e perfeito!!!

    Na parte que fala de pessoas na TI1.0, você poderia citar a palavra “recursos”.

  33. Avatar
    Thiago D about 1 year later:

    os links na seção gauss x pareto estão quebrados, segue o correto: http://akitaonrails.com/2008/09/13/off-topic-matando-a-m-dia

  34. Avatar
    Carlos A. Castro about 1 year later:

    Muito bom! Parabens Alexandre, ótimo post Abraço e Sucesso! Carlos Aluno UniCeub CST Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

  35. Avatar
    Luís Fernandes about 1 year later:

    Já tinha visto ideias parecidas, mas aqui temos uma analise completa :). Conheci ontem no #TDC2010. Achei fantástico o trabalho, a ideia e a maneira de apresentação.

    Acredito na mesma tendência.

    Abs.

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