Estamos descontinuando este Blog

Posted by Willi Mon, 11 Jul 2011 11:51:00 GMT

Olá,

A partir de agora estaremos postando no Blog do novo site da SEA, e vamos descontinuar este Blog!

Visite o site, conheça nossos cases, assista a depoimentos de nossos clientes, nos dê seu feedback, inscreva-se na nossa newsletter e assine nosso RSS para continuar recebendo as atualizações.

Por enquanto este Blog se manterá no ar para referências.

Um abraço,
Equipe SEA.

Liferay Roadshow Brasília 2010 1

Posted by Willi Tue, 14 Dec 2010 14:19:00 GMT

Quer ver um pouco do que foi o Roadshow Liferay que ocorreu em outubro deste ano em Brasília?

Assista ao clipe abaixo, que contém cenas e depoimentos de nossos clientes!

Resumo do Liferay Roadshow 2010 em Brasília from Willi on Vimeo.

 

Em breve, disponibilizaremos também as apresentações feitas no evento.

[]’s

Willi

Java Logging Benchmark

Posted by Alê! Thu, 09 Dec 2010 19:58:00 GMT

<!DOCTYPE html PUBLIC “-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN”> Java Logging Benchmark

Se o System.out.println é tão maléfico,
o que dizer das APIs de logging que
existem no mundo Java?

Em se tratando de performance, são todas do mal. Umas mais, outras menos, como nos mostra este tosquíssimo benchmark que fiz  (código disponível no Github).  Repare que, se o System.out já era ruim, o resto (principalmente a API do JDK) é muito pior!


A grande diferença, no entando, é que, quando se usa APIs, tem-se um melhor controle de quais mensagens devem registradas e quais devem ser ignoradas, facilitando, e muito, o ajuste fino em caso de gargalos de desempenho.


Neste benchmark amador, fiz um código muito simples que executou a mesma operação (um cálculo de coseno) 1 milhão de vezes, ora gerando mensagens de log, ora não gerando nada, ora imprimindo as mensagens com System.out.println, ora com a API do JDK (pacote java.util.logging), ora com o Apache Log4J, ora direcionando os registros para o console, ora pra arquivo…


Cada ciclo de teste foi executado 6 vezes. Os tempos antes e após o processamento foram tomados e a diferença calculada. Os valores do gráfico representam a média dessas diferenças nas 6 execuções.


À primeira vista, duvidei dos resultados e resolvi reexecutar todo o processo por outras 2 vezes. Surpreendementemente, a variação das métricas foi mínima.


Em síntese, o processo foi o seguinte:

faça 3 vezes {
    faça 6 vezes {
        faça 1 milhão de vezes { calcular coseno }
        faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem no console com System.out.println }
        faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem no console com JDK Logging }
        faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem em arquivo com JDK Logging }
        faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem no console com Log4J }
        faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem em arquivo com Log4J } 
    }
}

Adoraria se pudessem reexecutá-lo em outros ambientes.


Quando tiver tempo, vou incluir também o Apache Commons Logging nas análises. Aliás, até comecei, mas deixei de lado pra fazer a entrega do post o mais rápido possível :-) Além disso, há ainda uma série de melhorias que poderiam ser feitas, como uma padronização do formato da mensage de log gerada. Contribuições são bem vindas.


[]s

SEA recebe prêmio do SINFOR

Posted by Leonardo Antonialli Thu, 09 Dec 2010 03:14:00 GMT

A alguns anos atrás, em nossas reuniões de planejamento estratégico foi definido nossa missão, visão e valores, e essas informações foram disponibilidades em nosso site desde o início de 2007.

Antes de mais nada gostaria apenas de reforçar esses conceitos:
——————————————————-
Missão: É a finalidade da existência de uma organização. È aquilo que dá direção e significado a essa existência. A missão da organização está ligada diretamente aos seus objetivos institucionais, amos motivos pelos quais foi criada, a medida que representa a sua razão se ser.

Visão: É o sonho da organização. É aquilo que se espera ser num determinado tempo e espaço. A visão é um plano, uma idéia mental que descreve o que a organização quer realizar objetivamente nos próximos anos de sua existência. Normalmente é um prazo longo (pelo menos, 5 anos). Jamais confundir Missão e Visão: a Missão é algo perene, sustentável enquanto a Visão é mutável por natureza, algo concreto a ser alcançado. A Visão deve ser inspiradora, clara e concisa, de modo que todos a sintam.

Valores:
Representam os princípios éticos que norteiam todas as suas ações. Normalmente, os valores compõem-se de regras morais que simbolizam os atos de seus fundadores, administradores e colaboradores em geral.
——————————————————-

Retomando o raciocínio:

Apesar de que desde a criação da empresa (2003), todo ano é feita uma reunião de planejamento estratégico, foi a partir de 2007 que podemos considerar que o planejado realmente era "executável".
Com isso, a partir de maio de 2007, qualquer pessoa que visitasse o site da SEA se depararia com as seguintes informações:

Missão:
Fornecer Soluções Estratégicas Aplicadas a Tecnologia da Informação

Visão:
Ser reconhecida no Distrito Federal pela sua agilidade, criatividade e excelência técnica, fornecendo soluções com qualidade, baseadas em Software Livre, até 2010.

Valores:
Liberdade
Agilidade
Empreendedorismo
Comprometimento
Inovação
Respeito

Tornou-se público pela primeira vez esse tipo de informação da empresa, demonstrando a seriedade que a organização tinha em relação ao planejamento. Essas informações foram disponibilizadas a quase 4 anos atrás, obviamente sendo atualizadas ao longo dos anos, porém mantendo sua essência.

O planejado foi executado? O "sonho" da organização foi transformado em realidade? Como averiguar que uma empresa é reconhecida no mercado?

Agora podemos dizer que sim, conseguimos atingir nosso objetivo.
É  com muita satisfação e alegria que podemos dizer que encerramos 2010 com chave de ouro, atingindo nossa principal meta, conseguindo executar o planejado a quase 4 anos atrás. A prova disso? Ontem a noite (08/12/2010) a SEA foi premiada pelo SINFOR (Sindicato da Industria da Informação) na categoria Destaque em Software, principal premiação do Distrito Federal no setor de TIC, e o mais importante, eleita pelos próprios empresários de Brasília.

Gostaríamos de agradecer ao SINFOR e a todos os colegas empresários que votaram acreditando em nosso trabalho, mas principalmente agradecer a todos os nossos colaboradores, parceiros e clientes que fizeram parte dessa história.

Muito Obrigado!

( Veja as fotos do evento no link: http://on.fb.me/iaQb6g )

Logging e Performance 3

Posted by Alê! Mon, 06 Dec 2010 18:13:00 GMT

<!DOCTYPE html PUBLIC “-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN”> Logging e Performance

Volta e meia me envolvo em tarefas de performance e tuning de servidores e aplicações web. Nessas andanças, a gente aprende como pequenas decisões de código podem gerar imensos impactos de infra. Uma delas, que mora no topo de minha checklist, é a política de logging.

A plataforma Java é cheia de alternativas para registro de mensagens de Log, mas ainda assim existem desenvolvedores que insistem no desastroso System.out.println.

É preciso que se tenha claro que log é I/O e que I/O é a coisa mais lenta que pode acontecer num código.

O ato inocente de se usar System.out.println para exibição de mensagens de debug degrada absurdamente a performance de um aplicativo. Vejam o exemplo abaixo.

    
public class LoggingBenchmark {

    public static void main(String[] args) {

        // Processamento sem mensagem de debug
        long t1 = System.currentTimeMillis();
        for (int i = 0; i < 1000000; i++) {
            Math.cos(i);
        }
        long t2 = System.currentTimeMillis();

        // Processamento com mensagem de debug
        long t3 = System.currentTimeMillis();
        for (int i = 0; i < 1000000; i++) {
            Math.cos(i);
            System.out.println(".");
        }
        long t4 = System.currentTimeMillis();

        // Calculo do tempo gasto
        long tempoSemSysOutPrtln = t2 - t1;
        long tempoComSysOutPrtln = t4 - t3;

        System.out.println("Sem System.out.println: " + tempoSemSysOutPrtln*1000 + " segs");
        System.out.println("Com System.out.println: " + tempoComSysOutPrtln*1000 + " segs" +
                           " (" + (tempoComSysOutPrtln/tempoSemSysOutPrtln)*100 + "% mais lento)"   
        );

    }

}

$ java -cp bin LoggingBenchmark
.
.
(...)
.
Sem System.out.println: 66000 segs
Com System.out.println: 7153000 segs (10800% mais lento)

Um simples System.out.println degradou a performance do sistema mais de 10.000 vezes. Pense nisso.

Roadshow Liferay em Brasília - Parte I 2

Posted by Clédiston Santos Tue, 02 Nov 2010 23:17:00 GMT

<!DOCTYPE html PUBLIC “-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN”> Roadshow Liferay 2010 1º Roadshow Liferay no Brasil




Foi com entusiasmo e com muita alegria que fizemos o primeiro roadshow Liferay em Brasília que também foi o primeiro da América Latina.
Foram muitos dias de preparação para o evento culminando num sucesso de público e audiência.


Queremos agradecer à todos os participantes, colaboradores e colegas que nos ajudaram nesta empreitada.


O evento contou com a participação de muita gente ilustre, especialmente:
- Bruno Farache, General Manager da Liferay Brasil;
- Leonardo Antonialli, Diretor Geral da SEA Tecnologia;
- Thiago Moreira e Eduardo Lundgren, Engenheiros de Software da Liferay;
- Walkyrie Burnett e equipe, Diretoria Executiva do IBGE;
- Gustavo Galindo, Conselheiro do CFA;
- Wesley Rocha, Jhony Buril e Thiago Dantas, designers da SEA Tecnologia.


O evento iniciou com a paletra de Bruno e Clédiston sobre a atuação da Liferay no Brasil e sua parceria com a SEA Tecnologia.

Na sequência o Thiago Moreira fez o lançamento oficial da versão 6 do Liferay no Brasil, apresentando as novas funcionalidades:

No final da manhã Eduardo Lundgren fez o lançamento, em primeira mão, da nova ferramenta da Liferay chamada Alloy.





Todavia o melhor estava por vir e depois do almoço tivemos os depoimentos de 2 casos de sucesso no Brasil e a apresentação da palestra sobre Arquitetura, Layout e Design com a equipe de designer da SEA Tecnologia.


Walkyrie, do IBGE, foi a primeira a palestrar sobre o caso de sucesso do portal da Diretoria Executiva…




.. e Gustavo Galindo pelo CFA sobre o projeto do Cadastro Nacional dos Administradores do Brasil.




Nossa equipe de designers mantiveram a atenção do público ao apresentar um novo processo de criação e desenvolvimento de portais.




Sem falar dos momentos de descontração em alguns cliques:
















Por fim, quem foi guerreiro e aguentou até o final ganhou brinde!!! :D





Aguardem…todos os slides, fotos e vídeos do evento estarão disponíveis em breve.


Muito obrigado a todos que participaram do evento!!!

Você é um SEArence 1

Posted by Clédiston Santos Wed, 20 Oct 2010 15:16:00 GMT

Há algum tempo procuramos profissionais que tenham a cultura SEArence e descobrimos que este profissional está adormecido em empresas que não  motivam e não dão crescimento profissional 2.0.

Se você quer mudar e busca por novos desafios pessoais e profissionais, junte-se  a nós!!!

Estamos precisando de um profissional capaz de "brilhar os olhos do cliente" numa apresentação, que consiga receber um desafio de uma prova de conceito e mostrar o valor da tecnologia e de nossa gente, que seja auto-motivado e pró-ativo,  que goste de colaborar e de ser reconhecido por mérito.


Este profissional estará na linha de frente e será a imagem do SEArence  que acredita nos nossos valores e deseja levar liberdade a nossos clientes. trazendo novas oportunidades de negócio e tranformando idéias em projetos de sucesso.

Se você acredita naquilo que acreditamos, não nos envie seu currículo. Envie suas referências na internet (LinkedIn, blog, fóruns, trabalhos, congressos, eventos, twitter, facebook, lattes) e pelo menos 2 referências pessoais (se tiver de um SEArence você terá muita vantagem). Exemplo: Quando queremos dizer quem somos enviamos o seguinte material:

Sobre a empresa
    * Institucional
    * Nosso blog
    * Site

Nossa forma de pensar e agir:
    * Rede Soberana de Empreendedorismo
    * Manifesto 2.0
    * Escolhas 2.0
    * Empreendedor 2.0

Colaboração, agilidade e resultado
    * Nossos valores
    * Agilidade na Prática
    * O pensamento Ágil
    * Extreme Programming
    * Maré de Agilidade

Principal produto: Liferay

    * Screen casts sobre Liferay, em português:
          o Liferay Intro
          o Liferay Overview
          o Liferay Customization
    * Site oficial: http://www.liferay.com
    * Clientes satisfeitos com Liferay:
          o TCDF
          o TST
          o IBGE
          o Sicoob

Ah!! Se você mora em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro OU deseja trabalhar numa dessas 3 cidades, então esta é a oportunidade.
Aguardamos seu contato no sea arroba seatecnologia ponto com ponto br

Ensinem a aprender 12

Posted by Alê! Sun, 17 Oct 2010 23:35:00 GMT

<!DOCTYPE html PUBLIC “-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN”> Ensino pra mim é…

Celebrou-se no dia 15 último o Dia do Professor. Aproveitei um email enviado aos meus alunos pra fazer este post, sobre minha visão (muito particular) sobre ser educador.


Adoro dar aula. Amo. Não que eu queira viver disso mas, quando praticado na medida certa, é com um puta prazer que faço.


Comecei a fazer palestras ainda na faculdade, fim dos anos 90, e nos encontros do finado JUG JavaComBr, início dos anos 2000. Aprimorando a lábia nos primeiros eventos técnicos do mundo Java, acabei tornando-me Instrutor dos cursos oficiais da Sun. Em 2002, o líder dos instrutores da Sun e  ex-professor meu de UnB, Kentaro Takahashi, convidou-me a compor uma sociedade em São Paulo numa empresa especializada em treinamentos que então começava, a JVelox.



Talvez poucos ouviram falar mas, na minha visão, foi ali que começaram os impérios em treinamento de TI Caelum e Globalcode na forma que hoje conhecemos. Afinal, o Vinicius Senger, que já tinha a Globalcode como empresa de consultoria, era um dos instrutores rebelados da Sun e também sócio da JVelox (que inicialmente se chamava GlobalEducation). E, coincidentemente, foi neste mesmo período que conheci o Paulo Silveira que, na época, nos deu grande força na realização do evento JavaArena, e que acabou também se inserindo no mundo dos treinamentos para dar, pouco tempo depois, junto a seu irmão, corpo e vida à Caelum.


Da JVelox, voltei pra Brasília, certifiquei-me como instrutor SAP/Netweaver, mas nunca ministrei uma aula sequer sobre o assunto (ufa!). Depois, já na SEA, fizemos parceiria com a RedHat e comecei então ministrar treinamentos oficiais JBoss. Meio que em paralelo, fechei o mestrado e peguei algumas disciplinas na pós-graduação da Fundação Universa.


Desde então, tenho refletido bastante sobre a docência, seus significados e propósitos. Até o momento, minha única conclusão é de que todos os professores deveriam se reinventar em sala de aula.


Hoje, o ponto chave de qualquer disciplina que venha a ministrar é o de ensinar os alunos a aprenderem. Ao invés de recitar tecnologia sobre tecnologia, busco o desenvolvimento de um modelo de aprendizado sustentável que se perpetue mesmo após o término do curso.


Afinal, na minha humilde opinião, ao contrário do que diz o senso comum, não é numa aula semanal que se aprende algo. Aprendizado é uma ação contínua e não discreta.


Numa aula semanal, não se aprende. Apenas descobre-se o que há a ser aprendido. O aprendizado em si é um esforço pessoal e intransferível. Engana-se quem ainda vê o professor como figura de ensino. O professor do século 21 é uma figura de inspiração ao questionamento crítico. Ponto.


Talvez, o estereótipo do docente detentor da verdade absoluta tenha sido verdade há 30 ou 50 anos atrás, nos tempos de escassez da informação. Hoje, no entanto, vivemos uma época de abundância informacional. Não nos falta respostas. Falta-nos, sim, questões. A informação trazida pelo professor à sala de aula há 20 anos atrás nos está hoje a poucos cliques de distância. Portanto, não faz mais sentido que o educador moderno comporte-se conforme a tradição. Há de se reinventarem. Ou vocês acham que o modelo de ensino nos quais foram educados será eficiente aos seus filhos e netos, representantes únicos das gerações Y (e Z!) que nos bate à porta?


O profissional que vocês são hoje não foi formado durante a faculdade. Este cara aí, bem sucedido, é fruto de uma sequência de experiências e pequenos atos que sucederam o curso superior. São nas conversas de intervalo, nas pequenas trocas de email, foruns, twitters e telefonemas que a sua bagagem de conhecimento é constituída e não numa meia dúzia de aulas dadas há 9 anos atrás.


O primeiro colocado do último concurso para analista de informática do Senado Federal (grande Fragomeni) é meu conhecido. Foram 3 meses de estudo para atingir este feito. Vocês realmente acham que tudo o que lhe foi necessário para a disputa por um cargo tão concorrido foi aprendido nestes únicos 3 meses? Óbvio que não. Seu conhecimento é fruto de uma rotina de aprendizado contínuo. Todo dia, um pouquinho, pelo simples prazer do conhecimento. 


Portanto, valorizo muito mais as pequenas comunicações do dia a dia com os alunos do que a cerimônia semanal em sala de aula. Estamos na era do conhecimento, vivemos numa sociedade em rede e assim também deve ser o nosso aprendizado, em rede, orgânico e constante!


Assina sua carta de fracasso quem depende exclusivamente de aula pra aprender. Os pequenos atos do dia a dia é o que de fato farão de você um profissional atualizado.


Feliz dia, professores!

Por onde estive no mês de setembro 6

Posted by Alê! Fri, 01 Oct 2010 19:23:00 GMT

<!DOCTYPE html PUBLIC “-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN”> Maratona de Setembro de 2010 Ufa. As últimas semanas foram corridas, mas o saldo final foi fantástico!




A maratona começou no dia 11 de setembro, com o QConSP, já amplamente relatado web afora. Dei uma vacilada enorme com o voo de ida e quase que não chego. Cheguei até a anunciar a venda do meu ingresso mas, no fim, como sempre, tudo se resolveu e desembarquei a tempo de assistir a abertura (e de me frustar com o Formule1, que reservou um quarto triplo com apenas duas camas para mim, @rafaeltuelho e @raphaeladrien #megafail).


Não palestrei no evento. Fui mesmo só pra rever velhos amigos de SP, e foi ótimo encontrar no mesmo lugar a velharia do Java :-P, os pragmáticos da agilidade e os empreendedores do Ruby/Rails. Como sempre, bati mais papo do que assisti palestras e diria que só a conversa que tive com @jbernab (sobre empreendedorismo, obviamente) valeu toda a viagem.


Na sequência, 14/09, comecei a participar do 2º Seminário sobre “A Sociedade em Rede e a Educação”, realizado pela Vivo, mas tive que interromper minha participação para fechar uns projetos da SEA. Chamou-me especial atenção neste encontro um debate sobre a desescolarização da sociedade, assunto de certa forma recorrente em várias conversas que tenho tido com a galera de TI, e o conectivismo como nova teoria da aprendizagem que, de certa forma, relaciona-se com aquela proposta de empreendimentos em rede que fizemos.

Na mesma semana, 17/09, embarquei para Salvador para participar da 2ª edição do LinguÁgil, evento concebido pelo parceiro e amigo @serge_rehem com a proposta inédita de unificar linguagens (todas) e agilidade.




O encontro foi sensacional e superou a edição 2009, IMO. Minha primeira participação foi ainda na 6ª-feira num dojo sobre o Noosfero, plataforma de rede social desenvolvida em Rails pela CoLivre, no qual resolvemos uma issue do projeto. Conduzir o Boteco Ágil, última atividade do evento, foi minha contribuição.  Ao contrário dos tradicionais painéis, com dúvidas da platéia sendo respondidas pela nobreza palestrante, tentei ser um pouco heterodoxo, mantendo a discussão o máximo possível entre o público participante, com uma ou outra contribuição da mesa, composta pelos colegas @hflandim, @porkaria, @AkitaOnRails e @gchapiewski.



Surpreendentemente, predominaram no debate temas relacionados à motivação e mobilização de pessoas e a relevância da educação formal para formação de um bom profissional. Digo surpreendentemente porque esses foram justamente os assuntos que tomaram conta das conversas que tive com o Serge nos bastidores do evento, entre um trajeto e outro.


Mas, no fundo, no fundo, o que me levou a Salvador não foi o LinguÁgil….



Saudades de Guarajuba….

Voltei de Salvador, dei aula, tomei um banho e embarquei de volta pra Bahia, Ilhéus, dessa vez, pra participar do @SINFORM2010.


Deve ter sido o 3º ano consecutivo que vou a este evento e me impressiono ano após ano.


A turma da UESC, universidade organizadora do evento, tem uma garra de fazer inveja a grandes centros. Mesmo com amplas dificuldades de empregabilidade locais, os meninos e meninas que organizam esta Semana de Informática fazem, das tripas, coração, para se manterem ligados ao mercado nacional de TI.

Neste ano, dei minha tradicional palestra StartYouUp sobre empreendedorismo e acompanhei o @vsenger num curso de Automação Residencial e Robótica com Hardware Open Source. De certa forma, este curso foi uma ótima continuação à palestra que dei no último ano sobre Computação Invisível. Viva a ubicomp!


No curso, a galera aprendeu o básico de eletrônica, conheceu a plataforma Arduino, desenvolveu aplicativos sensíveis à luminosidade do ambiente, conheceu a aplicabilidade dos relés, descobriu como controlar lâmpadas pela Internet, trabalhou com motores e por pouco não criou seus próprios robôs.




De Ilhéus, segui direto pra Uberlândia pra um fim de semana na roça.  e participei, na semana seguinte, em Brasília, da 3ª turma do curso de Publicação e Uso de Dados Abertos na Web do W3C.br.


O curso foi promovido pelo Ministério do Planejamento e buscou disseminar a tendência mundial de abertura de dados públicos governamentias e fomentar a adesão do Open Data entre as instituições presentes. Fiz várias anotações em wiki.thackdaydf.com.br, se quiser dar uma olhada…


O resumo da ópera é o seguinte: dados públicos são públicos e diversos governos estão investindo em tecnologia para sua disponibilização, o que traz inúmeros benefícios ao governo e à sociedade. Ao governo, ganha-se transparência, evidencia-se a informação existente e viabiliza-se novas formas de integração entre sistemas. Já à sociedade, ganha-se a possibilidade de policiamento do governo, de cruzamentos de informações, criação de mashups e geração de novos modelos de visualização dos dados públicos. O nirvana desta abertura está nos conceitos da Web Semântica, cuja discussão fica pra um outro post.

 

O curso fechou em chave de ouro com um workshop organizado pela SLTI entre vários atores interessados no assunto com o objetivo de elaboração de um plano de abertura de dados a ser espalhado por toda esplanada. Faça parte também da comunidade oficial que está discutindo este assunto. “Se amarraei!”


Ufa. Esse mês foi de muitas viagens, palestras, contatos e pouco trabalho :-/ Agora é hora de recuperar o tempo perdido. Hora de regar os empreendimentos plantados antes que morram!


Outubro ainda é alta temporada de eventos.

Tô querendo ir na maioria. Você vai?




[]s
 

Tradução Kanban e Scrum 5

Posted by Willi Tue, 21 Sep 2010 17:06:00 GMT

É com um orgulho danado que anuncio aqui mais um projeto de tradução de um livro "livre" com a participação voluntária da entusiasmada comunidade ágil brasileira: o Kanban e Scrum.


Esse custou um pouquinho mais a sair: quase 9 meses - tempo de uma gestação! Tivemos menos gente (24) e mais revisores (5) dessa vez, e esperamos que o resultado esteja à altura dos anteriores.

Dá mais gosto ainda ver um projeto desses sair depois de ter visto algumas iniciaivas morrendo na praia.
A novidade é que a mobilização foi feita toda via esse singelo Tweet (de propósito, como experiência).

Quem já participou de traduções sabe o quão complexo é esse tipo de projeto. Esse ano mesmo também estive envolvido na tradução do Manifesto Ágil, e tenho aprendido que essas iniciativas não tratam apenas de conhecimento de línguas, mas de qualidades pessoais muito nobres como dedicação, negociação, motivação e etc.
Por isso, parabenizo todos os envolvidos.

Eu noto que as pessoas que têm disposição pra esse tipo de trabalho normalmente também têm outras qualidades que admiramos aqui na SEA (e como pessoas, também). Conhecemos várias por conta das traduções, o que também foi muito legal, e já até chamamos 2 pra trabalhar aqui: o Vinicius Assef (que já saiu) e o Ian Gallina.

E eu repito: pra mim, não é uma mera tradução. Estamos contruindo um país melhor!

Nossos heróis (seus nomes e e-mails encontram ao final do livro):

Revisores

  • Adriana Luppi
  • Daniel Wildt
  • Rafael Fuchs
  • Vinicius Assef
  • Paulo Victor G. Gross de Souza


Ilustrações

  • Eduardo Bobsin Machado
  • Renato Willi
  • Vitor Machel


Tradutores

  • Juliana Berossa Steffen
  • Marcelo Andrade
  • Eduardo Bobsin
  • Rodrigo Russo
  • Daniel Wildt
  • Luciano Costa
  • Renato Willi
  • Marcos Vinicius Guimarães
  • Adam Brandizzi
  • André Pantalião
  • Cássio Marques
  • Ismael Stahelin
  • Rafael Fuchs
  • Gerson Dias
  • Ian Gallina
  • Rafael Dantas
  • Vitor Machel
  • Vinicius Assef
  • Bruno Pedroso
  • Cassiano Alves
  • Gustavo Grillo
  • Igo Coelho
  • Rafael Prikladnicki
  • Adriana Luppi

[]’s
Willi