Estamos descontinuando este Blog
Olá,
A partir de agora estaremos postando no Blog do novo site da SEA, e vamos descontinuar este Blog!
Visite o site, conheça nossos cases, assista a depoimentos de nossos clientes, nos dê seu feedback, inscreva-se na nossa newsletter e assine nosso RSS para continuar recebendo as atualizações.
Por enquanto este Blog se manterá no ar para referências.
Um abraço,
Equipe SEA.
Liferay Roadshow Brasília 2010 1
Quer ver um pouco do que foi o Roadshow Liferay que ocorreu em outubro deste ano em Brasília?
Assista ao clipe abaixo, que contém cenas e depoimentos de nossos clientes!
Resumo do Liferay Roadshow 2010 em Brasília from Willi on Vimeo.
Em breve, disponibilizaremos também as apresentações feitas no evento.
[]’s
Willi
Java Logging Benchmark
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o que dizer das APIs de logging que
existem no mundo Java?
Em se tratando de performance, são todas do mal. Umas mais,
outras menos, como nos mostra este tosquíssimo benchmark que
fiz (código disponível no Github). Repare que, se o System.out já era ruim, o resto (principalmente a API do JDK) é muito pior!

A grande diferença, no entando, é que, quando se usa
APIs, tem-se um melhor controle de quais mensagens devem registradas e
quais devem ser ignoradas, facilitando, e muito, o ajuste fino em caso de gargalos de desempenho.
Neste benchmark amador, fiz um código muito simples que
executou a mesma operação (um cálculo
de coseno) 1 milhão de vezes, ora gerando mensagens de
log, ora não gerando nada, ora imprimindo as mensagens
com
System.out.println, ora com a API do JDK (pacote java.util.logging), ora com o Apache Log4J, ora direcionando os registros para o console, ora pra arquivo…
Cada ciclo de teste foi executado 6 vezes. Os tempos antes e após o
processamento foram tomados e a diferença calculada. Os
valores do gráfico representam a média dessas
diferenças nas 6 execuções.
À primeira vista, duvidei dos resultados e resolvi
reexecutar todo o processo por outras 2 vezes. Surpreendementemente, a
variação das métricas foi
mínima.
Em síntese, o processo foi o seguinte:
faça 3 vezes {
faça 6 vezes {
faça 1 milhão de vezes { calcular coseno }
faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem no console com System.out.println }
faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem no console com JDK Logging }
faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem em arquivo com JDK Logging }
faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem no console com Log4J }
faça 1 milhão de vezes { calcular coseno e gerar mensagem em arquivo com Log4J }
}
}
Adoraria se pudessem reexecutá-lo em outros ambientes.
Quando tiver tempo, vou incluir também o Apache Commons Logging
nas análises. Aliás, até comecei, mas
deixei de
lado pra fazer a entrega do post o mais rápido
possível
:-) Além disso, há ainda uma série de
melhorias que poderiam ser feitas, como uma
padronização do formato da mensage de log gerada. Contribuições são bem vindas.
[]s
SEA recebe prêmio do SINFOR
A alguns anos atrás, em nossas reuniões de planejamento estratégico foi definido nossa missão, visão e valores, e essas informações foram disponibilidades em nosso site desde o início de 2007.
Antes de mais nada gostaria apenas de reforçar esses conceitos:
——————————————————-
Missão: É a finalidade da existência de uma organização. È aquilo que dá direção e significado a essa existência. A missão da organização está ligada diretamente aos seus objetivos institucionais, amos motivos pelos quais foi criada, a medida que representa a sua razão se ser.
Visão: É o sonho da organização. É aquilo que se espera ser num determinado tempo e espaço. A visão é um plano, uma idéia mental que descreve o que a organização quer realizar objetivamente nos próximos anos de sua existência. Normalmente é um prazo longo (pelo menos, 5 anos). Jamais confundir Missão e Visão: a Missão é algo perene, sustentável enquanto a Visão é mutável por natureza, algo concreto a ser alcançado. A Visão deve ser inspiradora, clara e concisa, de modo que todos a sintam.
Valores: Representam os princípios éticos que norteiam todas as suas ações. Normalmente, os valores compõem-se de regras morais que simbolizam os atos de seus fundadores, administradores e colaboradores em geral.
——————————————————-
Retomando o raciocínio:
Apesar de que desde a criação da empresa (2003), todo ano é feita uma reunião de planejamento estratégico, foi a partir de 2007 que podemos considerar que o planejado realmente era "executável".
Com isso, a partir de maio de 2007, qualquer pessoa que visitasse o site da SEA se depararia com as seguintes informações:
Missão:
Fornecer Soluções Estratégicas Aplicadas a Tecnologia da Informação
Visão:
Ser reconhecida no Distrito Federal pela sua agilidade, criatividade e excelência técnica, fornecendo soluções com qualidade, baseadas em Software Livre, até 2010.
Valores:
Liberdade
Agilidade
Empreendedorismo
Comprometimento
Inovação
Respeito
Tornou-se público pela primeira vez esse tipo de informação da empresa, demonstrando a seriedade que a organização tinha em relação ao planejamento. Essas informações foram disponibilizadas a quase 4 anos atrás, obviamente sendo atualizadas ao longo dos anos, porém mantendo sua essência.
O planejado foi executado? O "sonho" da organização foi transformado em realidade? Como averiguar que uma empresa é reconhecida no mercado?
Agora podemos dizer que sim, conseguimos atingir nosso objetivo.
É com muita satisfação e alegria que podemos dizer que encerramos 2010 com chave de ouro, atingindo nossa principal meta, conseguindo executar o planejado a quase 4 anos atrás. A prova disso? Ontem a noite (08/12/2010) a SEA foi premiada pelo SINFOR (Sindicato da Industria da Informação) na categoria Destaque em Software, principal premiação do Distrito Federal no setor de TIC, e o mais importante, eleita pelos próprios empresários de Brasília.
Gostaríamos de agradecer ao SINFOR e a todos os colegas empresários que votaram acreditando em nosso trabalho, mas principalmente agradecer a todos os nossos colaboradores, parceiros e clientes que fizeram parte dessa história.
Muito Obrigado!
( Veja as fotos do evento no link: http://on.fb.me/iaQb6g )
Logging e Performance 3
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Volta e meia me envolvo em tarefas de performance e tuning de servidores e aplicações web. Nessas andanças, a gente aprende como pequenas decisões de código podem gerar imensos impactos de infra. Uma delas, que mora no topo de minha checklist, é a política de logging.
A plataforma Java é cheia de alternativas para registro de
mensagens de Log, mas ainda assim existem desenvolvedores que insistem
no desastroso System.out.println.
É preciso que se tenha claro que log é I/O e que
I/O é a coisa mais lenta que pode acontecer num
código.
O ato inocente de se usar System.out.println
para exibição de mensagens de debug degrada
absurdamente a performance de um aplicativo. Vejam o exemplo abaixo.
public class LoggingBenchmark {
public static void main(String[] args) {
// Processamento sem mensagem de debug
long t1 = System.currentTimeMillis();
for (int i = 0; i < 1000000; i++) {
Math.cos(i);
}
long t2 = System.currentTimeMillis();
// Processamento com mensagem de debug
long t3 = System.currentTimeMillis();
for (int i = 0; i < 1000000; i++) {
Math.cos(i);
System.out.println(".");
}
long t4 = System.currentTimeMillis();
// Calculo do tempo gasto
long tempoSemSysOutPrtln = t2 - t1;
long tempoComSysOutPrtln = t4 - t3;
System.out.println("Sem System.out.println: " + tempoSemSysOutPrtln*1000 + " segs");
System.out.println("Com System.out.println: " + tempoComSysOutPrtln*1000 + " segs" +
" (" + (tempoComSysOutPrtln/tempoSemSysOutPrtln)*100 + "% mais lento)"
);
}
}
$ java -cp bin LoggingBenchmark . . (...) . Sem System.out.println: 66000 segs Com System.out.println: 7153000 segs (10800% mais lento)
Um simples System.out.println degradou a performance do sistema mais de 10.000 vezes. Pense nisso.
Roadshow Liferay em Brasília - Parte I 2
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Foi com entusiasmo e com muita alegria que fizemos o primeiro roadshow
Liferay em
Brasília que também foi o primeiro da
América Latina.
Foram muitos dias de preparação para o evento
culminando num sucesso de público e audiência.
Queremos agradecer à todos os participantes, colaboradores e
colegas que nos ajudaram nesta empreitada.
O evento contou com a participação de muita gente
ilustre, especialmente:
- Bruno
Farache, General Manager da Liferay Brasil;
- Leonardo
Antonialli, Diretor Geral da SEA Tecnologia;
- Thiago
Moreira e Eduardo
Lundgren, Engenheiros de Software da Liferay;
- Walkyrie Burnett e equipe, Diretoria Executiva do IBGE;
- Gustavo Galindo, Conselheiro do CFA;
- Wesley Rocha, Jhony Buril e Thiago Dantas, designers da SEA
Tecnologia.
O evento iniciou com a paletra de Bruno e Clédiston sobre a
atuação da Liferay no Brasil e sua parceria com a
SEA Tecnologia.
Na sequência o Thiago Moreira fez o lançamento
oficial da versão 6 do Liferay no Brasil, apresentando as
novas funcionalidades:
No final da manhã Eduardo Lundgren fez o lançamento, em primeira mão, da nova ferramenta da Liferay chamada Alloy.
Todavia o melhor estava por vir e depois do almoço tivemos
os
depoimentos de 2 casos de sucesso no Brasil e a
apresentação da palestra sobre Arquitetura,
Layout e
Design com a equipe de designer da SEA Tecnologia.
Walkyrie, do IBGE, foi a primeira a palestrar sobre o caso de
sucesso do portal da Diretoria Executiva…
.. e Gustavo Galindo pelo CFA sobre o projeto do Cadastro Nacional dos
Administradores do Brasil.
Sem falar dos momentos de descontração em alguns
cliques:
Por fim, quem foi guerreiro e aguentou até o final ganhou
brinde!!! :D
Aguardem…todos os slides, fotos
e vídeos do evento estarão
disponíveis em breve.
Muito obrigado a todos que participaram do evento!!!
Você é um SEArence 1
Há algum tempo procuramos profissionais que tenham a cultura SEArence e descobrimos que este profissional está adormecido em empresas que não motivam e não dão crescimento profissional 2.0.

Se você quer mudar e busca por novos desafios pessoais e profissionais, junte-se a nós!!!
Estamos precisando de um profissional capaz de "brilhar os olhos do cliente" numa apresentação, que consiga receber um desafio de uma prova de conceito e mostrar o valor da tecnologia e de nossa gente, que seja auto-motivado e pró-ativo, que goste de colaborar e de ser reconhecido por mérito.

Este profissional estará na linha de frente e será a imagem do SEArence que acredita nos nossos valores e deseja levar liberdade a nossos clientes. trazendo novas oportunidades de negócio e tranformando idéias em projetos de sucesso.
Se você acredita naquilo que acreditamos, não nos envie seu currículo. Envie suas referências na internet (LinkedIn, blog, fóruns, trabalhos, congressos, eventos, twitter, facebook, lattes) e pelo menos 2 referências pessoais (se tiver de um SEArence você terá muita vantagem). Exemplo: Quando queremos dizer quem somos enviamos o seguinte material:
Sobre a empresa
* Institucional
* Nosso blog
* Site
Nossa forma de pensar e agir:
* Rede Soberana de Empreendedorismo
* Manifesto 2.0
* Escolhas 2.0
* Empreendedor 2.0
Colaboração, agilidade e resultado
* Nossos valores
* Agilidade na Prática
* O pensamento Ágil
* Extreme Programming
* Maré de Agilidade
Principal produto: Liferay
* Screen casts sobre Liferay, em português:
o Liferay Intro
o Liferay Overview
o Liferay Customization
* Site oficial: http://www.liferay.com
* Clientes satisfeitos com Liferay:
o TCDF
o TST
o IBGE
o Sicoob
Ah!! Se você mora em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro OU deseja trabalhar numa dessas 3 cidades, então esta é a oportunidade.
Aguardamos seu contato no sea arroba seatecnologia ponto com ponto br
Ensinem a aprender 12
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Adoro dar aula. Amo. Não que eu queira viver disso mas,
quando
praticado na medida certa, é com um puta prazer que
faço.
Comecei a fazer palestras ainda na faculdade, fim dos anos 90, e nos encontros do finado JUG JavaComBr, início dos anos 2000. Aprimorando a lábia nos primeiros eventos técnicos do mundo Java, acabei tornando-me Instrutor dos cursos oficiais da Sun. Em 2002, o líder dos instrutores da Sun e ex-professor meu de UnB, Kentaro Takahashi, convidou-me a compor uma sociedade em São Paulo numa empresa especializada em treinamentos que então começava, a JVelox.
Talvez poucos ouviram falar mas, na minha visão, foi ali que
começaram os impérios em treinamento de TI Caelum
e Globalcode
na forma que
hoje conhecemos. Afinal, o Vinicius
Senger, que já tinha
a Globalcode como empresa de
consultoria, era um dos instrutores rebelados da Sun e
também
sócio da JVelox (que inicialmente se chamava
GlobalEducation).
E, coincidentemente, foi neste mesmo período que conheci o Paulo
Silveira que, na
época, nos deu grande força na
realização
do evento JavaArena, e que acabou também se inserindo no
mundo
dos treinamentos para dar, pouco tempo depois, junto a seu
irmão,
corpo e vida à Caelum.
Da JVelox, voltei pra Brasília, certifiquei-me como
instrutor SAP/Netweaver, mas nunca ministrei uma aula sequer
sobre
o assunto (ufa!). Depois, já na SEA, fizemos parceiria com a
RedHat e comecei então ministrar treinamentos
oficiais
JBoss. Meio que em paralelo, fechei o mestrado e peguei algumas
disciplinas na pós-graduação
da Fundação Universa.
Desde então, tenho refletido bastante sobre a
docência,
seus significados e propósitos. Até o momento,
minha
única conclusão é de que todos os
professores
deveriam se reinventar em sala de aula.
Hoje, o ponto chave de qualquer disciplina que venha a
ministrar
é o de ensinar os
alunos a aprenderem. Ao
invés de recitar tecnologia sobre
tecnologia, busco o desenvolvimento de um modelo de aprendizado
sustentável que se perpetue mesmo após o
término
do curso.
Afinal, na minha humilde opinião, ao contrário do
que diz
o senso comum, não é numa aula semanal que se
aprende
algo. Aprendizado
é uma
ação contínua e não
discreta.
Numa aula semanal, não se aprende. Apenas descobre-se o que
há a ser aprendido. O aprendizado em si é um
esforço pessoal e intransferível. Engana-se quem
ainda
vê o professor como figura de ensino. O professor do
século 21 é uma figura de
inspiração ao
questionamento crítico. Ponto.
Talvez, o estereótipo
do docente detentor da verdade absoluta
tenha sido verdade há 30 ou 50 anos atrás, nos
tempos de
escassez da informação. Hoje, no entanto, vivemos
uma
época de abundância informacional. Não
nos falta
respostas. Falta-nos, sim, questões. A
informação
trazida pelo professor à sala de aula há 20 anos
atrás nos está hoje a poucos cliques de
distância.
Portanto, não faz mais sentido que o educador moderno
comporte-se conforme a tradição. Há de
se
reinventarem. Ou vocês acham que o modelo de ensino nos quais
foram educados será eficiente aos seus filhos e netos,
representantes únicos das gerações Y
(e Z!) que
nos bate à porta?
O profissional que vocês são hoje não
foi formado
durante a faculdade. Este cara aí, bem sucedido,
é fruto
de uma sequência de experiências e pequenos atos
que
sucederam o curso superior. São nas conversas de intervalo,
nas
pequenas trocas de email, foruns, twitters e telefonemas que a sua
bagagem de conhecimento é constituída e
não numa
meia dúzia de aulas dadas há 9 anos
atrás.
O primeiro colocado do último concurso para analista de
informática do Senado Federal (grande Fragomeni)
é meu
conhecido. Foram 3 meses de estudo para atingir este feito.
Vocês
realmente acham que tudo o que lhe foi necessário para a
disputa
por um cargo tão concorrido foi aprendido nestes
únicos 3
meses? Óbvio que não. Seu conhecimento
é fruto de
uma rotina de aprendizado contínuo. Todo dia, um pouquinho,
pelo
simples prazer do conhecimento.
Portanto, valorizo muito mais as pequenas
comunicações do
dia a dia com os alunos do que a cerimônia semanal em sala de
aula. Estamos na era do conhecimento, vivemos numa sociedade em rede e
assim também deve ser o nosso aprendizado, em rede,
orgânico e constante!
Assina sua carta de fracasso quem depende exclusivamente de aula pra
aprender. Os pequenos atos
do dia a dia é o que de fato farão de
você um
profissional atualizado.
Feliz dia, professores!
Por onde estive no mês de setembro 6
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A maratona começou no dia 11 de setembro, com o QConSP,
já amplamente
relatado
web
afora.
Dei uma vacilada
enorme com o voo de ida e quase que não chego. Cheguei
até a anunciar
a venda do meu ingresso mas, no
fim, como sempre, tudo
se resolveu e desembarquei a
tempo de assistir a abertura (e de me frustar com o Formule1, que
reservou um quarto triplo com apenas duas camas para mim, @rafaeltuelho
e @raphaeladrien #megafail).
Não palestrei no evento. Fui mesmo só pra rever
velhos amigos de SP, e foi ótimo encontrar no mesmo lugar a
velharia do Java :-P, os pragmáticos da agilidade e os
empreendedores do Ruby/Rails. Como sempre, bati mais papo do que
assisti palestras e diria que só a conversa que tive com @jbernab
(sobre empreendedorismo, obviamente) valeu toda a viagem.
| Na sequência, 14/09, comecei a participar do 2º Seminário sobre “A Sociedade em Rede e a Educação”, realizado pela Vivo, mas tive que interromper minha participação para fechar uns projetos da SEA. Chamou-me especial atenção neste encontro um debate sobre a desescolarização da sociedade, assunto de certa forma recorrente em várias conversas que tenho tido com a galera de TI, e o conectivismo como nova teoria da aprendizagem que, de certa forma, relaciona-se com aquela proposta de empreendimentos em rede que fizemos. |
Na mesma semana, 17/09, embarquei para Salvador para participar da
2ª edição do LinguÁgil,
evento concebido pelo parceiro e amigo @serge_rehem
com a proposta inédita de unificar linguagens (todas) e
agilidade.
O encontro foi sensacional e superou a edição 2009, IMO. Minha primeira participação foi ainda na 6ª-feira num dojo sobre o Noosfero, plataforma de rede social desenvolvida em Rails pela CoLivre, no qual resolvemos uma issue do projeto. Conduzir o Boteco Ágil, última atividade do evento, foi minha contribuição. Ao contrário dos tradicionais painéis, com dúvidas da platéia sendo respondidas pela nobreza palestrante, tentei ser um pouco heterodoxo, mantendo a discussão o máximo possível entre o público participante, com uma ou outra contribuição da mesa, composta pelos colegas @hflandim, @porkaria, @AkitaOnRails e @gchapiewski.
Surpreendentemente, predominaram no debate temas relacionados
à motivação e
mobilização de pessoas e a relevância
da educação formal para
formação de um bom profissional. Digo
surpreendentemente porque esses foram justamente os assuntos que
tomaram conta das conversas que tive com o Serge nos bastidores do
evento, entre um trajeto e outro.
Mas, no fundo, no fundo, o que me levou a Salvador não foi o
LinguÁgil….
Voltei de Salvador, dei aula, tomei um banho e embarquei de volta pra
Bahia, Ilhéus, dessa vez, pra participar do @SINFORM2010.
Deve ter sido o 3º ano consecutivo que vou a este evento e me
impressiono ano após ano.
![]() |
A turma da UESC, universidade organizadora do evento, tem uma garra de fazer inveja a grandes centros. Mesmo com amplas dificuldades de empregabilidade locais, os meninos e meninas que organizam esta Semana de Informática fazem, das tripas, coração, para se manterem ligados ao mercado nacional de TI. |
Neste ano, dei minha tradicional palestra StartYouUp
sobre empreendedorismo e acompanhei o @vsenger
num curso de Automação Residencial e
Robótica com Hardware Open Source. De certa forma, este
curso foi uma ótima continuação
à palestra
que dei no último ano
sobre Computação
Invisível. Viva a
ubicomp!
No curso, a galera aprendeu o básico de
eletrônica, conheceu a
plataforma Arduino, desenvolveu aplicativos sensíveis
à luminosidade do
ambiente, conheceu a aplicabilidade dos relés,
descobriu como controlar lâmpadas pela
Internet, trabalhou com motores e por pouco não criou seus
próprios robôs.

De Ilhéus, segui direto pra Uberlândia pra um fim
de semana na roça. e participei, na
semana seguinte, em Brasília, da 3ª turma do curso de
Publicação e Uso de Dados Abertos na Web do W3C.br.
O curso foi promovido pelo Ministério do Planejamento e
buscou disseminar a tendência mundial de abertura de dados
públicos governamentias e fomentar a adesão do
Open Data entre as instituições presentes. Fiz
várias anotações em wiki.thackdaydf.com.br,
se quiser dar uma olhada…
O resumo da ópera é o seguinte: dados
públicos são públicos
e diversos
governos
estão
investindo em tecnologia para
sua disponibilização, o que traz
inúmeros benefícios ao governo e à
sociedade. Ao governo, ganha-se transparência, evidencia-se a
informação existente e viabiliza-se novas formas
de integração entre sistemas. Já
à sociedade, ganha-se a possibilidade de policiamento do
governo, de cruzamentos de informações,
criação de mashups e
geração de novos modelos de
visualização dos dados públicos. O
nirvana desta abertura está nos conceitos da Web
Semântica, cuja
discussão fica pra um outro post.

O curso fechou em chave de ouro com um workshop
organizado pela SLTI
entre vários atores interessados no assunto com o objetivo
de elaboração de um plano de abertura de dados a
ser espalhado por toda esplanada. Faça parte
também da comunidade
oficial que está discutindo este assunto.
“Se amarraei!”
Ufa. Esse mês foi de muitas viagens, palestras, contatos e
pouco trabalho :-/ Agora é hora de recuperar o tempo
perdido. Hora de regar os empreendimentos plantados antes que morram!
Outubro ainda é alta temporada de eventos.
- 09/10 - DevInRio, Rio de Janeiro
- 25 a 30/10 - Semana de Inovação da UCB, Brasília
- 26 e 27/10 - RubyConfBr, São Paulo
- 30/10 - II ArduinoHackDay, Brasília
Tô querendo ir na maioria. Você
vai?

[]s
Tradução Kanban e Scrum 5
É com um orgulho danado que anuncio aqui mais um projeto de tradução de um livro "livre" com a participação voluntária da entusiasmada comunidade ágil brasileira: o Kanban e Scrum.

Esse custou um pouquinho mais a sair: quase 9 meses - tempo de uma gestação! Tivemos menos gente (24) e mais revisores (5) dessa vez, e esperamos que o resultado esteja à altura dos anteriores.
Dá mais gosto ainda ver um projeto desses sair depois de ter visto algumas iniciaivas morrendo na praia.
A novidade é que a mobilização foi feita toda via esse singelo Tweet (de propósito, como experiência).
Quem já participou de traduções sabe o quão complexo é esse tipo de projeto. Esse ano mesmo também estive envolvido na tradução do Manifesto Ágil, e tenho aprendido que essas iniciativas não tratam apenas de conhecimento de línguas, mas de qualidades pessoais muito nobres como dedicação, negociação, motivação e etc.
Por isso, parabenizo todos os envolvidos.
Eu noto que as pessoas que têm disposição pra esse tipo de trabalho normalmente também têm outras qualidades que admiramos aqui na SEA (e como pessoas, também). Conhecemos várias por conta das traduções, o que também foi muito legal, e já até chamamos 2 pra trabalhar aqui: o Vinicius Assef (que já saiu) e o Ian Gallina.
E eu repito: pra mim, não é uma mera tradução. Estamos contruindo um país melhor!
Nossos heróis (seus nomes e e-mails encontram ao final do livro):
Revisores
- Adriana Luppi
- Daniel Wildt
- Rafael Fuchs
- Vinicius Assef
- Paulo Victor G. Gross de Souza
Ilustrações
- Eduardo Bobsin Machado
- Renato Willi
- Vitor Machel
Tradutores
- Juliana Berossa Steffen
- Marcelo Andrade
- Eduardo Bobsin
- Rodrigo Russo
- Daniel Wildt
- Luciano Costa
- Renato Willi
- Marcos Vinicius Guimarães
- Adam Brandizzi
- André Pantalião
- Cássio Marques
- Ismael Stahelin
- Rafael Fuchs
- Gerson Dias
- Ian Gallina
- Rafael Dantas
- Vitor Machel
- Vinicius Assef
- Bruno Pedroso
- Cassiano Alves
- Gustavo Grillo
- Igo Coelho
- Rafael Prikladnicki
- Adriana Luppi
[]’s
Willi




